Ceumar | Dindinha

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World: Afro-Brazilian Latin: Brazilian Folk Moods: Mood: Dreamy
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Dindinha

by Ceumar

Ceumar sings about beautiful colors, love, saudade. Sometimes the lyrics are serious, sometimes sad or even playful! But always she sings direct from the heart.
Genre: World: Afro-Brazilian
Release Date: 

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1. Dindinha
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2. Banzo
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3. Galope Rasante
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4. Cantiga
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5. Maldito Costume
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6. As Perigosas
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7. Boi De Haxixe
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8. Rosa Maria
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9. Geofrey, A Lenda Do Ginete
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10. Gírias Do Norte
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11. Pecadinhos
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12. Olha Pro Céu
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13. Let It Grow
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ABOUT THIS ALBUM


Album Notes
Review in JazzTimes: 'Ceumar is one of the best singers out of Brasil in the last ten years' by Wilbert Sostre

Review in Folha de São Paulo - 21 /01/2000, Folha Ilustrada

"Ceumar parece coisa que nem existe / "Dindinha" quer engaiolar todos os excessos "

Em começo de ano não se vende disco, os figurões descansam, então é hora de os novos artistas tentarem seus pulos de gato. E janeiro já traz essa tal Ceumar -nome de anti-estrela-, que manobra uma estréia de mansinho e plena de delicadeza em "Dindinha".

É disco de MPB como o "futuro tecnológico" quer proibir, de tecido acústico sem ser MTV e de muxoxo aos apupos do pop, do rock, dos eletrônicos -um pecado, a idade da pedra lascada em pleno ano 2000. Bem, a quem admita a convivência do macaco com o monolito, "Dindinha" surgirá como um projeto de planificação de diversas regionalidades e de diversos excessos.

Ceumar -ou seria Zeca Baleiro, produtor?- quer desregionalizar o regional -plantá-lo no ar?-, quer engaiolar os arroubos. São pássaros contidos de mais fina plumagem as releituras de "Olha pro Céu" (de 51, o encarte conta), de Luiz Gonzaga e José Fernandes, da espevitada "Gírias do Norte" (77), de Jacinto Silva e Onildo Almeida, e, especialmente, de "Galope Rasante" (78), do trovejante Zé Ramalho.

Nessa, ouve-se, no limite, o cavalo galopar, e é nas nuvens que o faz. Ainda que "Maldito Costume" (29), senzala colonial de Sinhô, seja dedicada a Pena Branca e Xavantinho, não é de folclore que sibilam os passarinhos.

O canto nítido, bem pronunciado, muito mineiro, passeia pela história dos sertões, mas vai se aninhar mesmo é nas canções da turma, de Josias Sobrinho ("As Perigosas", "Rosa Maria"), Chico César (a estranha "Geofrey, a Lenda do Ginete") e, sobretudo, Zeca Baleiro ("Boi de Haxixe" -já gravada por ele e aqui muito mais econômica-, "Dindinha", "Pecadinhos" -esta com Tata Fernandes-, "Cantiga").

Também produtor, Zeca paira não só nos versos, entre inspirados ("minha casa não tem porta/ minha horta não tem fruta/ quem me trata é moura torta/ língua morta, quem te escuta") e desabalados ("flower não é flor"), mas como definidor de parâmetros.

Aí se junta a turma e se tem daquelas coisas raras, um grupo até heterogêneo pensando a música popular brasileira. Ainda que discreto, Zeca Baleiro é ambicioso na produção da doce cantora (até já mistifica, comparando-a com Clara Nunes, dona de pés na terra molhada onde Ceumar ainda apenas flutua). Está se criando um modo, um sistema, um vinco.

Em que proporção os novos pensadores colherão seus frutos para alimentar mais arte ou poder (ou ambos) é o segredo que agora se oculta em suas dobras, vozes e violões. Ceumar, recém-chegada ao mundão malvado, parece capaz de fazer o que bem entender. (PAS - Pedro Alexandre Sanches)


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